O Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) suspendeu nesta quinta-feira por dois anos o atacante brasileiro Dodô, do Fluminense, flagrado em um exame antdoping por uso de anfetamina.
Em Lausane, onde está localizada a sede do TAS, foi aceito o recurso de apelação apresentado pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) e pela Agência Mundial Antidoping (AMA) depois da absolvição de Dodô no Brasil.
Dodô, 34 anos, ficará suspenso até o dia 7 de novembro de 2009, quando forem completados dois anos desde que fora excluído preventivamente dos gramados, segundo comunicado do TAS.
O jogador deu positivo para fempropex, um inibidor de apetite que pode ser usado como estimulante, depois de um jogo entre o seu clube na época, o Botafogo, e o Vasco no dia 14 de junho de 2007. A partida terminou com uma goleada botafoguense sobre o seu rival do Rio de Janeiro por 4 a 0, com dois gols de Dodô.
Depois, surpreendentemente, o Superior Tribunal de Justiça Esportiva (STJD) do Brasil o absolveu após uma breve suspensão, o que deu lugar ao recurso de apelação.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Sem Diego, Dunga prega cautela para o retorno de Kaká
Após o vexame diante da Bolívia, lanterna das eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010, o Brasil voltará a campo em outubro para encarar uma nova rodada dupla pelo torneio qualificatório. O primeiro jogo acontece no dia 11, contra a Venezuela, fora de casa, e o técnico Dunga não contará com o zagueiro Luisão e com o meia Diego, suspensos. Em compensação, Kaká, titular da posição ocupada por Diego, está recuperado de uma contusão que o tirou dos últimos quatro compromissos das eliminatórias - não enfrentou Paraguai e Argentina, em junho, e Chile e Bolívia, agora em setembro. Dunga, porém, não assegurou o retorno do atleta do Milan. "Vamos analisar e pensar isso daqui um tempo. O Kaká não voltou a jogar até hoje. Sabemos que lesão é algo complicado, e é necessário esperar a reação do jogador após os jogos", argumentou. "Até agora ele só jogou 45 minutos." O meia-atacante, que passou por uma cirurgia no joelho esquerdo em junho, participou do amistoso do Milan contra o Lugano, da segunda divisão suíça, na quarta-feira. "Eu não sinto mais dores, e isso é o mais importante. Então espero jogar contra o Genoa", declarou Kaká, ao jornal Gazzetta dello Sport, citando a próxima partida do seu time pelo Campeonato Italiano. Após encarar a Venezuela fora, o Brasil recebe a Colômbia em casa. Além do possível retorno de Kaká, vice-artilheiro da era Dunga com nove gols, o zagueiro Juan também deve estar à disposição da comissão técnica. Ele fez parte do grupo nesses dois últimos jogos, porém uma lesão na coxa o impediu de enfrentar os bolivianos. |
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07:56
Bolt poderia ter vencido os 100 m rasos com 9s55 em Pequim, diz estudo
O jamaicano Usain Bolt poderia ter corrido a final olímpica dos 100 m rasos com 9s55, quatorze centésimos abaixo do atual recorde mundial estabelecido em Pequim, se não tivesse desacelerado nos metros finais da disputa, informou o estudo científico publicado nesta quinta-feira pelo jornalNew Scientist.
"Qual seria o tempo de Usain Bolt nos Jogos Olímpicos se ele não tivesse diminuído seu ritmo para celebrar a vitória? Um grupo de físicos calculou a resposta: o jamaicano teria baixado o tempo de 9s69 para 9s55", explica o estudo.
A equipe do Instituto de Astrofísica Teórica da Universidade de Oslo, conduzida pelo professor Hans Eriksen, se apoiou nas imagens da televisão e estudou a corrida do velocista, comparando-a com a trajetória feita pelo medalhista de prata, Richard Thompson.
"Não concluímos que é um resultado inquestionável. Mas é uma aplicação divertida dos princípios simples da Física. Fizemos o melhor que pudemos, e este é o resultado", disse Eriksen.
Depois de analisar a final, o treinador de Bolt, Glen Mills, foi ainda mais otimista do que os físicos, e afirmou que seu pupilo teria alcançado o tempo de 9s52.
O jovem velocista de 22 anos escreveu seu nome na história do esporte ao conquistar três medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim. Além do recorde mundial nos 100 m rasos, Bolt superou a marca do ex-velocista norte-americano Michael Johnson nos 200 m rasos (19s32 em Atlanta-1996), com o tempo de 19s30 e tornou-se o primeiro atleta desde Carl Lewis, em Los Angeles-1984, a fazer a dobradinha nas provas olímpicas mais rápidas do atletismo.
Bolt também integrou o quarteto jamaicano que venceu o 4 x 100 m rasos com novo recorde mundial, 37s10, ao lado de Nesta Carter, Michael Frater e seu maior rival, Asafa Powell.
"Qual seria o tempo de Usain Bolt nos Jogos Olímpicos se ele não tivesse diminuído seu ritmo para celebrar a vitória? Um grupo de físicos calculou a resposta: o jamaicano teria baixado o tempo de 9s69 para 9s55", explica o estudo.
A equipe do Instituto de Astrofísica Teórica da Universidade de Oslo, conduzida pelo professor Hans Eriksen, se apoiou nas imagens da televisão e estudou a corrida do velocista, comparando-a com a trajetória feita pelo medalhista de prata, Richard Thompson.
"Não concluímos que é um resultado inquestionável. Mas é uma aplicação divertida dos princípios simples da Física. Fizemos o melhor que pudemos, e este é o resultado", disse Eriksen.
Depois de analisar a final, o treinador de Bolt, Glen Mills, foi ainda mais otimista do que os físicos, e afirmou que seu pupilo teria alcançado o tempo de 9s52.
O jovem velocista de 22 anos escreveu seu nome na história do esporte ao conquistar três medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim. Além do recorde mundial nos 100 m rasos, Bolt superou a marca do ex-velocista norte-americano Michael Johnson nos 200 m rasos (19s32 em Atlanta-1996), com o tempo de 19s30 e tornou-se o primeiro atleta desde Carl Lewis, em Los Angeles-1984, a fazer a dobradinha nas provas olímpicas mais rápidas do atletismo.
Bolt também integrou o quarteto jamaicano que venceu o 4 x 100 m rasos com novo recorde mundial, 37s10, ao lado de Nesta Carter, Michael Frater e seu maior rival, Asafa Powell.
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07:53
Marcos Alves conquista seu segundo bronze no hipismo
O cavaleiro Marcos Alves, o Joca, conquistou na manhã desta quinta-feira em Pequim, sua segunda medalha de bronze nos Jogos Paraolímpicos, ao terminar em terceiro lugar na final individual em estilo livre grau IB. Ela foi o primeiro atleta a medalhar pelo hipismo brasileiro na história das Paraolimpíadas e agora, repetiu o feito.
O ginete brasileiro montado ao cavalo Lutheney de Vernay, somou 67.333 pontos para faturar mais um bronze para o país. O Joca, como é apelidado Marcos Alvez, ficou atrás apenas de dois competidores de Reino Unido, Lee Pearson e Ricky Balshaw, que levaram respectivamente ouro e prata.
"É uma conquista para toda a equipe eqüestre do Brasil em Hong Kong", disse Marcela Pimentel, chefe da equipe brasileira nesta Paraolimpíada em Pequim. "Mas, além da classificação para os Jogos, nosso objetivo era conquistar qualquer medalha, mesmo sendo está a primeira vez que o Brasil competia em equipes", completou ela.
Após a conquista de Joca, Marcela estava bastante emocionada e agradeceu ao público local pelo apoio. "São medalhas inéditas, pela primeira vez temos uma equipe formada por quatro cavaleiros, estou muito feliz. A arena estava lotada, todos aplaudindo o Brasil e foi uma conquista fantástica", disse a técnica ao canal SporTv.
Quem também comentou sobre mais um pódio brasileiro foi o próprio atleta, Marcos Alvez. "Estamos muito satisfeito e agradeço a torcida do Brasil. Eu estava bastante confiante para a prova, a equipe estava treinando muito para isso".
Seu cavalo, o francês Lutheney de Vernay, foi lhe dado de presente por seu compatriota Álvaro "Doda" Miranda, também competidor do hipismo, em 2007. Para Joca, ele foi fundamental para o triunfo. "Poder montar neste cavalo de alto nível me qualificou para competir com os melhores", afirmou Marcos.
Nesta mesma prova, outro brasileiro competiu, mas acabou ficando em 15º e último lugar. Davi Mesquita, mineiro de apenas 20 anos, terminou com 54.444 pontos. Mais um ginete nacional representou o país nesta quinta-feira. Pela classe Ia, Sergio Oliva, sobre o cavalo Neho de la Jonchere terminou na oitava colocação ao somar 63.556 pontos. Em sua prova, nova dupla britânica nas duas primeiras posições. Christiansen faturou o ouro e Dunham a prata.
O ginete brasileiro montado ao cavalo Lutheney de Vernay, somou 67.333 pontos para faturar mais um bronze para o país. O Joca, como é apelidado Marcos Alvez, ficou atrás apenas de dois competidores de Reino Unido, Lee Pearson e Ricky Balshaw, que levaram respectivamente ouro e prata.
"É uma conquista para toda a equipe eqüestre do Brasil em Hong Kong", disse Marcela Pimentel, chefe da equipe brasileira nesta Paraolimpíada em Pequim. "Mas, além da classificação para os Jogos, nosso objetivo era conquistar qualquer medalha, mesmo sendo está a primeira vez que o Brasil competia em equipes", completou ela.
Após a conquista de Joca, Marcela estava bastante emocionada e agradeceu ao público local pelo apoio. "São medalhas inéditas, pela primeira vez temos uma equipe formada por quatro cavaleiros, estou muito feliz. A arena estava lotada, todos aplaudindo o Brasil e foi uma conquista fantástica", disse a técnica ao canal SporTv.
Quem também comentou sobre mais um pódio brasileiro foi o próprio atleta, Marcos Alvez. "Estamos muito satisfeito e agradeço a torcida do Brasil. Eu estava bastante confiante para a prova, a equipe estava treinando muito para isso".
Seu cavalo, o francês Lutheney de Vernay, foi lhe dado de presente por seu compatriota Álvaro "Doda" Miranda, também competidor do hipismo, em 2007. Para Joca, ele foi fundamental para o triunfo. "Poder montar neste cavalo de alto nível me qualificou para competir com os melhores", afirmou Marcos.
Nesta mesma prova, outro brasileiro competiu, mas acabou ficando em 15º e último lugar. Davi Mesquita, mineiro de apenas 20 anos, terminou com 54.444 pontos. Mais um ginete nacional representou o país nesta quinta-feira. Pela classe Ia, Sergio Oliva, sobre o cavalo Neho de la Jonchere terminou na oitava colocação ao somar 63.556 pontos. Em sua prova, nova dupla britânica nas duas primeiras posições. Christiansen faturou o ouro e Dunham a prata.
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07:53
Gebrselassie volta a Berlim e quer bater recorde mundial novamente
Em 2007, Haile Gebrselassie venceu a maratona de Berlim com o tempo de 2h04min26s. No final deste mês, em 28 de setembro, o etíope estará de volta à capital alemã para a edição 2008 do evento, e ele já avisa que pretende estabelecer, mais uma vez, a melhor marca do mundo.
"Tenho certeza de que poderei quebrar o recorde, desde que as condições do tempo estejam boas", assegurou Gebrselassie nesta quinta-feira, não esquecendo, contudo, da condição para que o recorde seja batido.
Tanta confiança tem justificativa. Além de vencer com o recorde mundial no ano passado, o fundista africano tem outro título da maratona de Berlim, obtido em 2005.
A prova ainda tem um bom histórico para o estabelecimento de marcas mundiais. Em 2003, Paul Tergat concluiu o percurso em 2h05min55s e cravou o recorde que seria batido justamente por Gebrselassie quatro anos mais tarde.
"Tenho certeza de que poderei quebrar o recorde, desde que as condições do tempo estejam boas", assegurou Gebrselassie nesta quinta-feira, não esquecendo, contudo, da condição para que o recorde seja batido.
Tanta confiança tem justificativa. Além de vencer com o recorde mundial no ano passado, o fundista africano tem outro título da maratona de Berlim, obtido em 2005.
A prova ainda tem um bom histórico para o estabelecimento de marcas mundiais. Em 2003, Paul Tergat concluiu o percurso em 2h05min55s e cravou o recorde que seria batido justamente por Gebrselassie quatro anos mais tarde.
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07:51
Em Londrina, Gomes e Maurício decidem liderança nos playoffs

Matematicamente garantidos na fase decisiva da Stock Car, Marcos Gomes e Ricardo Maurício travam neste sábado em Londrina uma importante disputa que definirá quem abrirá os playoffs da Stock Car liderando os 10 finalistas.
Os dois são os únicos que podem fechar a fase classificatória na primeira colocação, independentemente do resultado dos outros pilotos. Com duas vitórias e 126 pontos, Gomes tem 13 a mais que Maurício, ganhador de três provas.
Os dois podem até terminar a seletiva com os mesmos 138, caso Maurício ganhe e Gomes chegue em quinto. Nesta hipótese, Maurício entraria nos playoffs como líder pelo critério de desempate - o maior número de vitórias.
"Mas é uma possibilidade muito remota. A diferença é grande e o Marcos tem andado bem em todas as pistas", reconhece o vice-líder. "De qualquer forma, vou fazer a minha parte, porque não tenho nada a perder, já que de segundo não caio", avisou.
Já Gomes disse que correrá para vencer, mas sem esquecer que o mais importante é se manter na liderança. "Vou para essa corrida com o mesmo espírito das outras, tentando chegar na frente. O que temos de lembrar é que os playoffs começam já na semana que vem em Curitiba".
Segundo o regulamento, o primeiro colocado nesta fase entrará nos playoffs com 225 pontos e mais um por vitória. No momento, Gomes teria 227 contra 223 de Gomes.
Os dois são os únicos que podem fechar a fase classificatória na primeira colocação, independentemente do resultado dos outros pilotos. Com duas vitórias e 126 pontos, Gomes tem 13 a mais que Maurício, ganhador de três provas.
Os dois podem até terminar a seletiva com os mesmos 138, caso Maurício ganhe e Gomes chegue em quinto. Nesta hipótese, Maurício entraria nos playoffs como líder pelo critério de desempate - o maior número de vitórias.
"Mas é uma possibilidade muito remota. A diferença é grande e o Marcos tem andado bem em todas as pistas", reconhece o vice-líder. "De qualquer forma, vou fazer a minha parte, porque não tenho nada a perder, já que de segundo não caio", avisou.
Já Gomes disse que correrá para vencer, mas sem esquecer que o mais importante é se manter na liderança. "Vou para essa corrida com o mesmo espírito das outras, tentando chegar na frente. O que temos de lembrar é que os playoffs começam já na semana que vem em Curitiba".
Segundo o regulamento, o primeiro colocado nesta fase entrará nos playoffs com 225 pontos e mais um por vitória. No momento, Gomes teria 227 contra 223 de Gomes.
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07:51
Lutador sueco recorre da exclusão dos Jogos Olímpicos
O lutador sueco Ara Abrahamian, excluído dos Jogos de Pequim e privado da medalha de bronze pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), depois de sua reação revoltada pelo resultado nas Olimpíadas, recorreu à Corte Arbitral do Esporte (CAS).
"Ara Abrahamian apresentou um recurso ao Tribunal Arbitral do Esporte contra a decisão da comissão executiva do COI de 16 de agosto de 2008", anunciou o CAS. O atleta pediu para ser punido apenas com uma advertência.
Em 14 de agosto, Abrahamian, furioso pela derrota nas semifinais da categoria até 84 kg, segundo ele provocada por uma arbitragem parcial, subiu ao pódio a contragosto e em seguida deixou a medalha de bronze no centro da área de luta.
O COI o excluiu dois dias depois dos Jogos Olímpicos e cassou a medalha. O CAS já deu razão no fim do mês passado ao Comitê Olímpico Sueco contra a Federação Internacional de Luta (FILA), por considerar que a entidade não respeitou o próprio regulamento nem a carta olímpica, ao se recusar a abrir um processo depois do combate para examinar as queixas do lutador.
Esta decisão abriu o caminho para Abrahamian recorrer contra a punição do COI. O CAS deve anunciar um veredicto em quatro meses.
"Ara Abrahamian apresentou um recurso ao Tribunal Arbitral do Esporte contra a decisão da comissão executiva do COI de 16 de agosto de 2008", anunciou o CAS. O atleta pediu para ser punido apenas com uma advertência.
Em 14 de agosto, Abrahamian, furioso pela derrota nas semifinais da categoria até 84 kg, segundo ele provocada por uma arbitragem parcial, subiu ao pódio a contragosto e em seguida deixou a medalha de bronze no centro da área de luta.
O COI o excluiu dois dias depois dos Jogos Olímpicos e cassou a medalha. O CAS já deu razão no fim do mês passado ao Comitê Olímpico Sueco contra a Federação Internacional de Luta (FILA), por considerar que a entidade não respeitou o próprio regulamento nem a carta olímpica, ao se recusar a abrir um processo depois do combate para examinar as queixas do lutador.
Esta decisão abriu o caminho para Abrahamian recorrer contra a punição do COI. O CAS deve anunciar um veredicto em quatro meses.
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07:50
Atacante inglês é vítima de racismo na Croácia
O atacante negro da seleção da Inglaterra Emile Heskey foi alvo de insultos racistas em Zagreb na quarta-feira, na partida em que o 'English Team' goleou a Croácia por 4-1 pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2010.
Gritos de macaco foram ouvidos nas arquibancadas quando o jogador do Wigan recebeu cartão amarelo aos 62 minutos. Heskey confirmou que ouviu os insultos, mas que não perdeu a concentração.
"Deixo que os dirigentes da Federação tratem o assunto, eu continuo jogando. São pessoas ignorantes, melhor não dar importância e aproveitar a partida. Os jogadores croatas não ficaram felizes ao ouvir os gritos", disse o atacante.
A Federação Inglesa (FA) anunciou que vai apresentar uma queixa formal à Fifa. "A FA e a Inglaterra estão determinadas a fazer todo o possível para erradicar o racismo do futebol e da sociedade", declarou uma fonte da entidade.
Gritos de macaco foram ouvidos nas arquibancadas quando o jogador do Wigan recebeu cartão amarelo aos 62 minutos. Heskey confirmou que ouviu os insultos, mas que não perdeu a concentração.
"Deixo que os dirigentes da Federação tratem o assunto, eu continuo jogando. São pessoas ignorantes, melhor não dar importância e aproveitar a partida. Os jogadores croatas não ficaram felizes ao ouvir os gritos", disse o atacante.
A Federação Inglesa (FA) anunciou que vai apresentar uma queixa formal à Fifa. "A FA e a Inglaterra estão determinadas a fazer todo o possível para erradicar o racismo do futebol e da sociedade", declarou uma fonte da entidade.
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07:49
Brasil é medalha bronze no revezamento 4 x 50 m da natação
A equipe brasileira de revezamento 4 x 50 m livre, 20 pontos, conquistou nova medalha para o país na natação nos Jogos Paraolímpicos de Pequim. Na terceira colocação da decisão do Cubo D'Água na manhã desta quinta-feira, o quarteto nacional levou o bronze.
O time formado pelos nadadores Daniel Dias, Clodoaldo Silva, Joon Seo e Adriano Lima fez uma bela apresentação na prova e terminou atrás apenas de Espanha e China. A briga pelo ouro, aliás, foi emocionante até as braçadas finais. Os anfitriões superaram os europeus por centésimos de segundos, e levaram mais um ouro.
Quem primeiro pulou na água pelo Brasil foi Clodoaldo Silva, que levou sua primeira medalha nesta edição da Paraolimpíada, após ter que mudar de classe após duas reavaliações funcionais. Ele foi muito bem e entregou o posto para Joon Seo, coreano naturalizado brasileiro, de 41 anos.
Na seqüência foi a vez de Daniel Dias, o maior nome nacional até aqui em Pequim, que com este bronze, ganhou sua sexta medalha. Para encerrar bem a participação brasileira, Adriano Lima caiu na piscina e fechou o terceiro melhor tempo da decisão, com 2min30s17.
O time formado pelos nadadores Daniel Dias, Clodoaldo Silva, Joon Seo e Adriano Lima fez uma bela apresentação na prova e terminou atrás apenas de Espanha e China. A briga pelo ouro, aliás, foi emocionante até as braçadas finais. Os anfitriões superaram os europeus por centésimos de segundos, e levaram mais um ouro.
Quem primeiro pulou na água pelo Brasil foi Clodoaldo Silva, que levou sua primeira medalha nesta edição da Paraolimpíada, após ter que mudar de classe após duas reavaliações funcionais. Ele foi muito bem e entregou o posto para Joon Seo, coreano naturalizado brasileiro, de 41 anos.
Na seqüência foi a vez de Daniel Dias, o maior nome nacional até aqui em Pequim, que com este bronze, ganhou sua sexta medalha. Para encerrar bem a participação brasileira, Adriano Lima caiu na piscina e fechou o terceiro melhor tempo da decisão, com 2min30s17.
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05:22
Blatter irá à África do Sul vistoriar preparativos para a Copa de 2010
A Fifa informou nesta quinta-feira que seu presidente, Joseph Blatter, passará quatro dias na África do Sul na próxima semana para acompanhar, pessoalmente, os preparativos para a Copa do Mundo de 2010 e para a Copa das Confederações, agendada para o próximo ano. Segundo o itinerário divulgado pela entidade, entre os dias 14 e 17 de setembro o dirigente visitará os estádios que estão em fase de construção tanto na Cidade do Cabo quanto em Johanesburgo. Além disso, conversará com o presidente da África do Sul, Thabo Mbeki, e com outros líderes e políticos locais. Os preparativos para o Mundial de 2010 têm sido bombardeados de críticas devido ao atraso na entrega das praças esportivas e aos problemas do país com segurança e transporte. Em julho, durante a disputa da Eurocopa na Suíça e na Áustria, Blatter afirmou que a Fifa tinha um plano B para o caso de a África do Sul não conseguir se preparar a tempo de sediar a Copa. No entanto, o suíço admitiu que apenas um "desastre natural" seria capaz de impedir os sul-africanos de receberem o torneio. |
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05:09
Equipes mais dispostas a encontrar Mosley em Monza

Segundo Frank Williams, as equipes de Fórmula 1 estão mais dispostas a se encontrar com o presidente da FIA, Max Mosley, em Monza, neste final de semana, do que na última visita do dirigente no GP de Mônaco, em maio.
Na Itália, o inglês fará sua primeira aparição no paddock da F-1, desde junho quando ganhou a votação para permanecer no comando da entidade após o escândalo sexual. Em Mônaco, as montadoras evitaram Mosley e cancelaram uma reunião para discutir cortes de custos na categoria.
Mas Williams acredita que a situação será bem diferente desta vez. "O que mundou fundamentalmente, apesar da posição de Mosley ser confirmada, é que os times precisam poupar dinheiro. Há um desejo de diminuir os gastos o mais breve possível".
O proprietário da equipe que leva seu nome não tem dúvidas de que Mosley irá colocar suas idéias para reduzir os orçamentos. "Ele, certamente, estará muito mais forte. E sei que ele quer deixar a sua marca para assegurar o corte de custos".
No entanto, o britânico pensa que Mosley estará aberto para propostas das escuderias.
Segundo Frank Williams, as equipes de Fórmula 1 estão mais dispostas a se encontrar com o presidente da FIA, Max Mosley, em Monza, neste final de semana, do que na última visita do dirigente no GP de Mônaco, em maio.
Na Itália, o inglês fará sua primeira aparição no paddock da F-1, desde junho quando ganhou a votação para permanecer no comando da entidade após o escândalo sexual. Em Mônaco, as montadoras evitaram Mosley e cancelaram uma reunião para discutir cortes de custos na categoria.
Mas Williams acredita que a situação será bem diferente desta vez. "O que mundou fundamentalmente, apesar da posição de Mosley ser confirmada, é que os times precisam poupar dinheiro. Há um desejo de diminuir os gastos o mais breve possível".
O proprietário da equipe que leva seu nome não tem dúvidas de que Mosley irá colocar suas idéias para reduzir os orçamentos. "Ele, certamente, estará muito mais forte. E sei que ele quer deixar a sua marca para assegurar o corte de custos".
No entanto, o britânico pensa que Mosley estará aberto para propostas das escuderias.
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05:06
O jogador de handebol Jaqson Kojoroski está suspenso por seis meses, após ser pego em exame antidoping antes dos Jogos Olímpicos de Pequim, realizados em agosto. O brasileiro foi julgado pelo tribunal da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), que acertou na terça-feira a punição.
Em entrevista, o presidente da entidade, Manoel Luiz Oliveira, anunciou a pena e confirmou que a substância acusada no teste, feito fora da rotina de competições, foi a maconha.
"Em todas as principais competições estamos fazendo avaliações preventivas e nesta, feita antes das Olimpíadas, foi detectada a presença da maconha. Imediatamente tivemos de tomar as decisões cabíveis", disse o dirigente.
Jaqson nem chegou a viajar para Pequim, e foi cortado enquanto a seleção brasileira fazia sua última fase de preparação para os Jogos, no Japão, três dias antes do início oficial da competição. Em seu lugar, na ocasião, foi chamado Alexandre Rodrigues.
Originalmente, o armador pegaria um ano de suspensão. "Ele foi punido com um ano, mas, pelas leis brasileiras, o jogador de handebol não é considerado profissional, então acabou pegando seis meses", completou Oliveira.
Em entrevista, o presidente da entidade, Manoel Luiz Oliveira, anunciou a pena e confirmou que a substância acusada no teste, feito fora da rotina de competições, foi a maconha.
"Em todas as principais competições estamos fazendo avaliações preventivas e nesta, feita antes das Olimpíadas, foi detectada a presença da maconha. Imediatamente tivemos de tomar as decisões cabíveis", disse o dirigente.
Jaqson nem chegou a viajar para Pequim, e foi cortado enquanto a seleção brasileira fazia sua última fase de preparação para os Jogos, no Japão, três dias antes do início oficial da competição. Em seu lugar, na ocasião, foi chamado Alexandre Rodrigues.
Originalmente, o armador pegaria um ano de suspensão. "Ele foi punido com um ano, mas, pelas leis brasileiras, o jogador de handebol não é considerado profissional, então acabou pegando seis meses", completou Oliveira.
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04:25
Seleção faz pior inicio de campanha nos pontos corridos
Além do resultado ruim, das vaias e da irritação da torcida no Rio de Janeiro, o empate por 0 a 0 com a Bolívia, na noite de quarta-feira, fez a seleção atingir uma marca negativa nas eliminatórias para a Copa do Mundo. Desde que foram instituídos os pontos corridos no torneio sul-americano, o Brasil não tinha tido um começo tão ruim. Essa é a terceira vez que os brasileiros disputam a competição classificatória com esse regulamento e nunca somaram tão poucos pontos nas oito primeiras rodadas. Para o Mundial de 2002, a pior campanha até então, o time ocupava a quarta colocação da tabela, mas tinha 14 pontos ganhos, um a mais que nessa atual edição. Já nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2006, o Brasil era líder da disputa com 16 tentos. Nas duas ocasiões, o adversário da oitava rodada também foi a Bolívia em casa. No primeiro confronto, goleada por 5 a 0 no Maracanã, com o técnico Vanderlei Luxemburgo no comando. Em 2004, vitória por 3 a 1, no Morumbi, com Carlos Alberto Parreira. "Nas eliminatórias o Brasil nunca teve vida fácil. Em 2000 e em 1993, se classificou na última rodada. As pessoas acham que é um mar de rosas, mas não é não. Contra o Brasil, as outras equipes jogam atrás. Tem que ter convicção, trabalhar e insistir, não tem outra forma", argumentou Dunga, que novamente fica ameaçado no cargo. "Claro que o resultado foi decepcionante, nosso objetivo era vencer. Tínhamos condições para isso, mas não aconteceu. Os maiores culpados somos nós mesmos, entramos no jogo dispersos e acabamos pagando por isso", afirmou o meia Diego. Mesmo com o empate com a Bolívia e esse pouco aproveitamento nos pontos, o meio-campista Elano acredita que o Brasil não terá problemas para se classificar ao Mundial africano de 2010. "São coisas que acontecem, estamos tristes, mas temos de trabalhar. Mais para frente temos dois jogos e condições de se classificar tranquilamente." Mas os jogadores não esconderam a decepção pelo resultado no Rio de Janeiro, como explicou Ronaldinho Gaúcho. "Nós todos não jogamos bem, saímos triste com isso, por não ter conseguido marcar um gol mesmo com um jogador a mais. Temos tristeza por ter consciência de tudo isso", completou o meia do Milan da Itália. Já o assistente técnico Jorginho não acredita que a seleção terá tanta facilidade para conseguir a vaga. "Não existe moleza nas eliminatórias, é só ver o retrospecto. Foi um sufoco para 1994 e 2002, e agora não vai ser diferente. Temos apenas de ter paciência, pois temos um grupo muito bom", finalizou o ex-jogador. |
às
04:25
Leonardo Moura aposta em vitória no Morumbi e arrancada no Brasileiro
A partida contra o São Paulo é considerada fundamental no Flamengo. De acordo com o lateral-direito Leonardo Moura, será essencial para a equipe uma vitória neste domingo, sobre o São Paulo, no Morumbi, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. O jogador reconhece as qualidades do poderoso adversário, mas ressalta que, se o Rubro-Negro ainda sonha com o título, tem de bater o Tricolor, pois tem jogos teoricamente menos complicados na seqüência da competição nacional. "Se ainda sonhamos em levantar a taça, precisamos vencer esse jogo. É um adversário direto e o triunfo é fundamental. Não podemos pensar em outra coisa. Depois, teremos jogos nos quais somos favoritos, e isso dá uma confiança muito grande", avaliou o camisa 2 da Gávea. O Flamengo é o quinto colocado, com 40 pontos, apenas um de vantagem em relação ao São Paulo, em sexto lugar. O líder Grêmio soma 49. |
às
04:23
Herrera torce por acerto para ficar no Corinthians em 2009
O jogador explica que está de mãos atadas na negociação e torce apenas para que as duas partidas se entendam o mais rápido possível. "O Corinthians tem a preferência, mas tem que negociar com o Gimnasia. Eles precisam pagar US$ 3 milhões e eu acho que pode até ter uma redução desse valor", diz.
Apesar de ter pouca influência, argentino já deixa claro o seu desejo. "Eu gosto muito do futebol brasileiro e quero ficar. Meu contrato com o Gimnasia é até junho de 2010, mas não depende de mim ficar ou não. O Gimnasia pagou US$ 2 milhões por mim em agosto de 2007. Eles não estão pedindo muito mais do que pagaram", aponta.
Herrera chegou debaixo de muita desconfiança ao Corinthians, após passagem discreta pelo Grêmio, mas os 17 gols marcados até agora pelo atacante garantiram a ele um novo status. Hoje, o "quase gol" (apelido em seus tempos de futebol argentino) virou titular absoluto e cansa de ser aplaudido pela torcida nas partidas.
O único problema do argentino vem sendo mesmo com a arbitragem. "Eu sofro muita falta, isso não incomoda, pois é normal. O ruim é que faço poucas faltas e sou punido sem muita razão. Mas isso não vai fazer eu deixar o futebol brasileiro", garante.
às
04:21
Massa e Alonso defendem decisão de fiscais da FIA
Para Alonso, a atitude dos fiscais em Spa mostrou que a FIA acertou ao padronizar seus critérios de julgamento.
"A FIA decidiu mudar [o sistema] depois de vários escândalos em temporadas passadas. Neste ano, se você faz algo errado, você paga", disse o espanhol.
"A decisão de mudar foi feita sob um julgamento muito bom, pois, nas últimas quatro ou cinco temporadas, sempre havia surpresas. Você nunca sabia o que eles iam fazer".
Já Felipe Massa, que herdou a vitória após a punição de Hamilton, descartou as sugestões de que a decisão dos comissários em Spa desencorajará as ultrapassagens ousadas na F-1.
"É verdade que, para boas corridas, você precisa de boas ultrapassagens. Mas há ultrapassagens e ultrapassagens", disse o brasileiro ao jornal "Gazzetta dello Sport".
Massa concorda com a idéia de que Hamilton aproveitou ilegalmente de sua posição para retomar a posição de Kimi Raikkonen. "Ele não teve paciência para esperar outra curva para tentar de novo e as regras dizem que ele deve ser punido", argumentou.
às
04:19
Daniel Dias é ouro novamente, com show e recorde mundial
Maior nome brasileiro nesta Paraolimpíada de Pequim, o nadador Daniel Dias conquistou sua quarta medalha de ouro na competição nesta quinta-feira, ao vencer a prova dos 200 m medley classe S5, com mais um recorde mundial batido no Cubo D'Água.
A cena já virou rotineira. Daniel Dias ergue o braço para comemorar mais uma vitória
Ele anotou o tempo de 2min52s60. Além das quatro medalhas douradas, Daniel tem ainda mais uma de prata, conquistada nesta última quarta-feira na China. Ele não liderou a prova desde o princípio, pois o primeiro estilo não era uma de suas especialidades, como o livre e o costas.
Nos 100 metros finais, Daniel já disparava soberana na raia quatro, com o único desafio de quebrar o recorde mundial, que já pertencia ao brasileiro. Ao final, ele baixou o tempo em pouco mais de dois segundos.
Na segunda posição, com a medalha de prata, o chinês Junquan He, com 3min00s92, mais de oito segundos atrás do brasileiro Daniel Dias. O medalhista de bronze foi Pablo Cimadevila, da Espanha, que completou a prova dos 200 m medley com a marca de 3min01s58.
Detentor de três recordes mundiais nesta Paraolimpíada, Daniel Dias continua sempre bem humorado, mesmo com o grande esforço nas piscinas. "Hoje cansei um pouco, mas estou bem. Tem o revezamento daqui a pouco, mas vamos firme e forte para colocar o Brasil no pódio", disse sorridente o paulista de apenas 20 anos ao canal SporTv.
Um dos grandes destaques nesta edição dos jogos, Danielzinho, como é chamado carinhosamente por seus amigos, acabou conquistando até mesmo a torcida chinesa presente nas arquibancadas do Cubo D'Água, após tantas vitórias e recordes quebrados. "Às vezes acaba dando um grande estímulo o apoio da torcida, e é muito legal esse carinho", agradeceu o brasileiro.
Ainda na prova decisiva dos 200 m medley, outro atleta nacional. Ivanildo Vasconcelos foi o sexto colocado, com o tempo de 3min30s58. "A minha prova mesmo é a dos 100 m peito né, mas gostei. É minha quinta Paraolimpíada, e foi até que um resultado razoável. Espero nadar melhor amanhã", disse o pernambucano de 35 anos.
Nesta mesma modalidade, Ivanildo conquistou a medalha de bronze em sua primeira Paraolimpíada, em Barcelona-92. Já em Atenas-2004, ele ganhou a prata nos 100 m peito, sua especialidade. Veterano, o nadador se disse habituado com a boa geração que está surgindo no país. "A gente está acostumado, porque sempre aparecem novos atletas. O Brasil sempre tem esse processo", falou o brasileiro sobre os novos talentos, como Daniel Dias.
Logo mais, por vota das 8h55 (horário de Brasília), os nadadores brasileiros voltam a cair na piscina, na prova do revezamento 4 x 50 m livre 20 pontos, onde a equipe formada por Daniel Dias, Clodoaldo Silva, Joon Seo e Adriano Lima tem boas chances de conquistar mais uma medalha ao país.
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04:11
Em reedição de Atenas, Brasil e Argentina empatam no futebol de 5
Após duas vitórias nas duas primeiras partidas, a seleção brasileira de futebol de 5 empatou com a Argentina em 0 a 0 pelo Grupo A das Paraolimpíadas de Pequim. O resultado manteve o Brasil na liderança da chave. Foi a primeira vez que Brasil e Argentina se enfrentaram após a final das Paraolimpíadas de Atenas.
O empate sem gols não mostra o que foi a partida. O Brasil sufocou os argentinos em todos os momentos, mas pecou nas 16 finalizações que conseguiu no embate. A Argentina, por sua vez, não conseguiu nem sequer chegar à meta brasileira.
Antes do empate ante os arqui-rivais, o Brasil havia vencido os dois jogos que disputou em Pequim. Na estréia, passou pela Coréia do Sul por 3 a 0, e depois pela Espanha por 1 a 0. Jefferson Gonçalves foi o destaque brasileiro nas partidas ao anotar um gol em cada.
O futebol de cinco é jogado exclusivamente por deficientes visuais. O Brasil é o atual campeão Paraolímpico da modalidade. Há quatro anos, em Atenas, a seleção não perdeu nenhum jogo e não levou gols nos seis jogos que disputou. A final foi contra a Argentina.
O empate sem gols não mostra o que foi a partida. O Brasil sufocou os argentinos em todos os momentos, mas pecou nas 16 finalizações que conseguiu no embate. A Argentina, por sua vez, não conseguiu nem sequer chegar à meta brasileira.
Antes do empate ante os arqui-rivais, o Brasil havia vencido os dois jogos que disputou em Pequim. Na estréia, passou pela Coréia do Sul por 3 a 0, e depois pela Espanha por 1 a 0. Jefferson Gonçalves foi o destaque brasileiro nas partidas ao anotar um gol em cada.
O futebol de cinco é jogado exclusivamente por deficientes visuais. O Brasil é o atual campeão Paraolímpico da modalidade. Há quatro anos, em Atenas, a seleção não perdeu nenhum jogo e não levou gols nos seis jogos que disputou. A final foi contra a Argentina.
às
04:11
Depois de fracassar em Buenos Aires ao empatar com o líder Paraguai, no último fim de semana, a Argentina bem que tentou ao apostar nos garotos que conquistaram a medalha de ouro em Pequim, mas cedeu o empate nos acréscimos e ficou no 1 a 1 com o Peru, no estádio Monumental de Lima.
Meia argentino Riquelme lamenta o gol de empate sofrido nos acréscimos da partida
Com o resultado da partida, que fechou a oitava rodada das eliminatórias sul-americanas à Copa do Mundo da África do Sul-2010, o time dirigido pelo treinador Alfio Basile desperdiçou a oportunidade de reassumir a vice-liderança do classificatório. Os "hermanos", que são superados pelos paraguaios e pelo rival Brasil, somam 13 pontos e ocupam o terceiro posto.
Apesar de o Peru ter atuado mais determinado no confronto, os donos da casa não conseguiram transformar a superioridade em campo em gols. Com isso, os argentinos souberam aproveitar um dos poucos espaços deixados pela zaga peruana e marcaram o primeiro tento da partida já nos instantes finais.
Aos 38 minutos do segundo tempo, Riquelme foi acionado na esquerda e viu Fernando Gago isolado na direita. O meia lançou o volante do Real Madrid, que dominou, invadiu a área e cruzou rasteiro. Cambiasso só teve o trabalho de empurrar para as redes.
Mas o Peru não se entregou e chegou ao empate aos 48 minutos. Em jogada semelhante ao gol dos visitantes, Vargas iniciou a jogada pela esquerda e mandou rasteiro na área para Fano, que se antecipou ao goleiro Carrizo para garantir o empate.
Assim como a pressão que Dunga está sofrendo no comando da seleção brasileira, Basile também não deve escapar das críticas após novo tropeço nas eliminatórias.
Na próxima rodada do classificatório sul-americano, que acontece apenas em outubro, a Argentina recebe o Uruguai, que empatou sem gols com o Equador, nesta quarta-feira, em Montevidéu. Já o Peru encara a lanterna Bolívia fora de casa.
às
04:05
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Sem apoio, Brasil empata com Bolívia e reativa pressão sobre Dunga
Carlos Padeiro e Jorge Corrêa
No Rio de Janeiro
Após uma vitória contundente sobre o Chile por 3 a 0 fora de casa, no último domingo, o Brasil voltou a decepcionar. Na noite desta quarta-feira, não saiu do 0 a 0 contra a Bolívia, país que realiza a pior campanha na atual edição das eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010.
PRINCIPAIS LANCES
A seleção brasileira ficou apenas no 0 a 0 com a Bolívia no estádio do Engenhão
PRIMEIRO TEMPO
18min - Maicon faz boa jogada individual e vai à linha de fundo antes de cruzar. Luís Fabiano sobe mais que a defesa da Bolívia e cabeceia com perigo, mas a bola passa por cima do gol
20min - Ronald Garcia chuta de fora da área e Júlio César espalma mal para o meio da área. A bola sobra livre para Hoyos, mas o boliviano perde boa chance e chuta para fora.
35min - Seleção brasileira erra da saída para o ataque e a bola sobra para Marcelo Moreno. O atacante boliviano chuta e a bola é desviada com perigo, mas Júlio César defende.
SEGUNDO TEMPO
20min - Júlio Baptista dá bom passe para Juan que cruza de primeira. A defesa boliviana aparece bem e cede o escanteio antes que Ronaldinho Gaúcho chegasse na bola.
25min - Júlio Baptista recebe de Diego e arrisca de fora da área. Ele pega bem na bola, mas ela vai no meio do gol, e Arias defende com facilidade.
45min - Após cobrança de falta lateral, Júlio Baptista sobe bem e cabeceia, mas a bola passa perto e vai para fora.
Assim, o técnico Dunga volta a ficar pressionado no cargo. Gritos de "adeus Dunga", "burro", "time sem-vergonha" e "olé", quando os bolivianos pegavam na bola, ecoaram com freqüência no estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro.
Com o segundo empate em casa pelo torneio qualificatório, a seleção brasileira pode cair da segunda para a terceira colocação - basta a Argentina ganhar do Peru fora de casa no jogo de encerramento da oitava rodada das eliminatórias. O time 'canarinho' soma 13 pontos e já está atrás do Paraguai, que tem 17.
Além de encarar a retranca dos bolivianos, os brasileiros tiveram que suportar a cobrança dos torcedores. Muitas cadeiras nas arquibancadas do Engenhão ficaram vazias, e o público total anunciado foi de pouco mais de 31 mil pessoas. Quem compareceu ao jogo, não apoiou o conjunto nacional.
Nem mesmo a expulsão de Ignácio Garcia, aos 5min do segundo tempo, fez com que o Brasil melhorasse em campo. Com um a mais em campo, foram apenas duas finalizações.
O jogo
Diferentemente da partida do último domingo, contra o Chile, a seleção brasileira não conseguiu ser criativa no ataque. O primeiro lance de perigo ocorreu somente aos 18min, quando Maicon foi à linha de fundo e cruzou na área. Luís Fabiano ganhou da defesa no alto, mas cabeceou pra fora.
Os visitantes responderam com quatro chutes de fora da área. O mais perigoso deles saiu dos pés de Ronald Garcia, aos 20min. O goleiro Júlio César espalmou, e Hoyos desperdiçou o rebote, na melhor oportunidade da etapa inicial.
Cerca de dez minutos depois, um lance resumiu o primeiro tempo. Sem criação no meio, o zagueiro Luisão tentou fazer um lançamento ao ataque e errou. Foi o estopim para os torcedores vaiarem o time.
"Demoramos um pouco para fazer a leitura do jogo. Agora vamos tentar trabalhar mais a bola pelas laterais", observou o meia Diego, antes de se dirigir para os vestiários.
"É difícil jogar assim, o adversário fica o tempo todo atrás da linha da bola. Temos deter paciência para tocar a bola. Agora, vamos conversar no intervalo e tentar resolver", declarou Ronaldinho Gaúcho.
O panorama da partida não mudou no segundo tempo, nem mesmo após a expulsão de Ignácio Garcia. Com um a menos, os bolivianos reforçaram ainda a mais a retranca e abdicaram de atacar.
Dunga sacou Lucas para a entrada de Júlio Baptista e foi chamado de "burro" pelos torcedores.
A primeira boa chance de gol na etapa final ocorreu somente aos 25min. Após uma boa seqüência de passes, Júlio Baptista dominou no meio, passou pelo marcador e chutou da intermediária. O goleiro Arias defendeu em dois tempos.
Os brasileiros ainda reclamara um pênalti em Luís Fabiano, mas o árbitro não marcou nada. Nos acréscimos, Júlio Baptista quase marcou de cabeça.
BRASIL 0 X 0 BOLÍVIA
BRASIL
Júlio César; Maicon, Lúcio, Luisão e Juan; Lucas (Júlio Baptista), Josué e Diego (Elano); Robinho, Luís Fabiano e Ronaldinho Gaúcho (Nilmar)
Técnico: Dunga
BOLÍVIA
Arias; Hoyos, Raldes, Rivero e Ignácio Garcia; Walter Flores, Robles, Ronald García, e Joselito Vaca; Jaime Moreno (Luis Gutiérrez) e Marcelo Moreno (Pablo Escobar)
Técnico: Erwin Sánchez
Local: estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Alfredo Intriago (Equador)
Assistentes: Félix Badaraco e Juan Cedeño (ambos do Equador)
Cartões amarelos: Josué (BRA), Juan (BRA), Diego (BRA), Luisão (BRA); Jaime Moreno (BOL); Hoyos (BOL)
Cartão vermelho: Ignácio Garcia (BOL)
às
20:13
Nada melhor do que um dia após o outro

Olá meus amigos. Começo hoje com a frase de uma música do Renato Russo: “mas é claro que o sol vai voltar amanhã.” Ontem, aqui em Pequim amanheceu muito nublado e chuvoso e assim ficou o dia todo. Já hoje, o sol se abriu e o dia ficou mais leve. Com o sol, confesso para vocês que amanheci com um astral renovado. Já fazia algum tempo que não acordava tão bem. Querem saber por que? Apesar de eu ter saído da minha prova de 200 m em quinto lugar e não ter subido ao pódio, foi a minha melhor prova aqui na Paraolimpíada.
Eu fiz o meu melhor. Saí com a consciência tranqüila de que fiz tudo que pude e que não pude na prova de ontem. Saí quase carregado, mas valeu a pena, porque fiz o meu melhor e é isso que importa. Hoje, enquanto fazia o aquecimento para os 50 m borboleta (eliminatória) comecei a fazer uma reflexão de tudo que aconteceu comigo aqui em Pequim e percebi que o que eu quero fazer e continuar fazendo é nadar, independente da classe em que vou estar ou irão me colocar.
Isso é o que eu sei fazer, independente da posição que eu chegar, porque isso é que me traz alegria de viver. Quando estou com mais problemas, aí sim que quero nadar. A água está nas minhas veias e na minha alma. E, para aumentar a minha felicidade, competi os 50 m borboleta, sem pretensão alguma de ir para final, e acabei me classificando (risos). Eu preciso dizer que o estilo que menos treinei foi os 50 m borboleta, porque a prova não iria ocorrer na S4, minha classe anterior, então me dediquei aos 50 m livre, que utilizarei nos revezamentos.
Torcida chinesa: Incrível, fanática, fenomenal, emocionante, impressionante. Alguém tem mais adjetivos para qualificar a torcida chinesa? Porque os meus acabaram. Todos os locais de competição estão lotados, os ingressos se esgotaram. O público chinês é apaixonado por esportes. Estou me sentindo em casa. Antes, durante e depois das provas eles vibram como loucos. Quando os atletas passam perto das arquibancadas, eles tiram fotos, dão tchauzinho, mandam beijos. É isso mesmo, mandam beijos! E aplaudem, aplaudem muito. Nota mil para a torcida chinesa.
Abraços,
Clodoaldo
Eu fiz o meu melhor. Saí com a consciência tranqüila de que fiz tudo que pude e que não pude na prova de ontem. Saí quase carregado, mas valeu a pena, porque fiz o meu melhor e é isso que importa. Hoje, enquanto fazia o aquecimento para os 50 m borboleta (eliminatória) comecei a fazer uma reflexão de tudo que aconteceu comigo aqui em Pequim e percebi que o que eu quero fazer e continuar fazendo é nadar, independente da classe em que vou estar ou irão me colocar.
Isso é o que eu sei fazer, independente da posição que eu chegar, porque isso é que me traz alegria de viver. Quando estou com mais problemas, aí sim que quero nadar. A água está nas minhas veias e na minha alma. E, para aumentar a minha felicidade, competi os 50 m borboleta, sem pretensão alguma de ir para final, e acabei me classificando (risos). Eu preciso dizer que o estilo que menos treinei foi os 50 m borboleta, porque a prova não iria ocorrer na S4, minha classe anterior, então me dediquei aos 50 m livre, que utilizarei nos revezamentos.
Torcida chinesa: Incrível, fanática, fenomenal, emocionante, impressionante. Alguém tem mais adjetivos para qualificar a torcida chinesa? Porque os meus acabaram. Todos os locais de competição estão lotados, os ingressos se esgotaram. O público chinês é apaixonado por esportes. Estou me sentindo em casa. Antes, durante e depois das provas eles vibram como loucos. Quando os atletas passam perto das arquibancadas, eles tiram fotos, dão tchauzinho, mandam beijos. É isso mesmo, mandam beijos! E aplaudem, aplaudem muito. Nota mil para a torcida chinesa.
Abraços,
Clodoaldo
às
14:02
Às vésperas de jogar com Gustavo, Ricardinho minimiza desentendimento

Após atuar por quatro temporadas no italiano Modena, o levantador Ricardinho está pronto para estrear em sua próxima equipe de vôlei, o também italiano Treviso. Já treinando no time desde meados de agosto, o jogador reencontrará nesta semana com um antigo ex-companheiro de seleção brasileira, o meio-de-rede Gustavo.
Um dos principais líderes do grupo na Era Bernardinho, o central foi também um dos porta-vozes do combinado à época do corte de Ricardinho, a uma semana da estréia nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro. Gustavo defendeu a posição do técnico Bernardinho, assim como Giba, grande amigo do levantador até aquele momento, e todos os outros atletas da seleção.Em entrevista à Folha de S. Paulo, Ricardinho minimizou o reencontro com o meio-de-rede. "Faz um ano e meio que não falo com ninguém. Mas somos todos profissionais", declarou o levantador. Essa, porém, não será a primeira vez que ele jogará ao lado de ex-companheiros. No Modena, tinha como parceiros o central André Heller, o oposto André Nascimento e o ponteiro Murilo, irmão de Gustavo.Além de reencontrar o meio-de-rede, Ricardinho agora tem como técnico o brasileiro Renan Dal Zotto, amigo de Bernardinho. O treinador prefere não falar sobre o conflito entre o colega e seu novo pupilo."Acompanhei de perto o que aconteceu com ele e a seleção, não porque estivesse lá, mas por causa da minha proximidade com o Bernardo e a comissão técnica, mas isso diz respeito somente a eles", comentou à Folha. "Só fico um pouco assim porque já trabalhei outras duas vezes com o Ricardinho e, diretamente, nunca tive problema. Mas minha amizade com o Bernardo é incondicional".Ricardinho também faz questão de esquecer, ao menos em suas entrevistas, o problema vivido na equipe verde-amarela. "Seleção para mim é coisa do passado. Não sinto falta, acho que isso faz parte, é um processo", afirmou, admitindo, no entanto, ter acompanhado os jogos do Brasil nas Olimpíadas de Pequim. "Assisti à semifinal e à final masculina, mas prefiro não comentar nada, não quero falar de seleção".
às
10:28
Contra Bolívia, Brasil tenta 'dupla' após 5 anos para afastar crise
A seleção brasileira entra em campo na noite desta quarta-feira, no estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro, com a possibilidade de encerrar um jejum de cinco anos e afastar de vez a crise que ameaçou a 'era Dunga'.Depois de ganhar do Chile por 3 a 0, no último domingo, o time pentacampeão mundial encara a Bolívia e pode ser 100% em uma rodada dupla de eliminatórias sul-americanas. A última vez que isso aconteceu foi em setembro de 2003, exatamente nos dias 7 e 10 de setembro, como agora em 2008. Os triunfos ocorreram nos dois primeiros compromissos pelo torneio qualificatório - 2 a 1 sobre a Colômbia, fora de casa, e 1 a 0 contra o Equador, em Manaus.De lá para cá, aconteceram nove rodadas duplas - seis com Carlos Alberto Parreira e três com Dunga -, e o máximo que o Brasil conquistou foram quatro pontos."Fazemos alguns cálculos vendo os jogos que temos fora e em casa, quais adversários vamos pegar e em que seqüência. Tudo isso é analisado, mas é uma competição longa, então nos concentramos sempre no próximo [jogo]. É sempre decisão, só assim temos de jogar", observou o técnico Dunga.Como o Paraguai abriu a oitava rodada do torneio qualificatório com uma vitória sobre a Venezuela, o Brasil não tem chances de virar líder. A vitória é necessária para a equipe nacional continuar em segundo lugar, à frente da rival Argentina, que visita o Peru em Lima. As duas seleções têm 12 pontos, e a brasileira fez um gol a mais. Os paraguaios chegaram a 17 pontos."Tive bons momentos, como na Copa América, e acho que podemos ter outro agora. Ganhar dá mais tranqüilidade para o trabalho, mais otimismo, o grupo fica mais feliz, dá mais risada", apontou o atual comandante do time canarinho.Fonte: www.uol.com.br
às
07:27
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